Você preenche um formulário sobre nível, lesões, frequência de tatame e objetivos. Preciso entender onde você tá pra saber pra onde te levar.
Você sabe que tem técnica, mas a pegada do oponente parece de aço. Não consegue quebrar. Resultado: passa o round inteiro na defesa.
Puxa, força, gasta energia tentando montar pressão. No fim do segundo round você já tá pedindo pra acabar. Falta gás. Falta base.
Monta o side, monta a montada. E o cara escapa porque sua pressão é fraca. Você sabe o que fazer, mas não tem chassi pra sustentar.
Faz 8 exercícios por treino e não progride carga em nenhum. Volume alto, intervalo curto, músculo destruído. Chega no tatame sem explosão, sem energia.
E você nem sabe. Excesso de volume atrapalha disposição, recuperação e performance. Você treina forte um dia e se arrasta o resto da semana.
Já te disseram que musculação trava seu jogo. Mentira. O que atrapalha é treino mal feito. Só ser grande não é ser funcional: hipertrofia sozinha não transfere nada pro tatame.
Toda a consultoria é construída em cima de 3 exercícios: agachamento, supino e levantamento terra. O agachamento é o rei, o mais difícil de executar. Se você é bom nele, tudo o resto fica fácil. Forte na base, forte em tudo.
Numa remada com lombar fraca, seu cérebro gasta energia só pra te segurar na posição. Com um terra forte, você fica tranquilo ali e a remada sai mais forte. O mesmo vale pro tatame: base forte é força que transfere pra pegada, explosão, queda e resistência no guard.
Não adianta fazer um monte de exercício e não progredir carga em nenhum. Aqui são 3 a 4 exercícios por treino, todos progredindo. Cargas mais altas, menos exercícios, intervalos maiores. Você sai forte do treino, não quebrado.
O powerlifting trabalha com volume exato. Você precisa treinar bem hoje, na quarta e no jiu-jitsu também. Não é treinar forte um dia e se arrastar o resto da semana. É volume certo pra performar todos os dias.
Joelho, ombro, lombar: os pontos que mais lesionam no jiu-jitsu. Força bem trabalhada blinda essas articulações. Você chega inteiro no tatame, não remendado.
Periodização encaixada com seu treino de tatame. Você não chega duro no rolar. Chega mais forte e mais explosivo. Treino de força bem feito não te deixa lento, te acelera.
Sou o Lucão. Treino powerlifting desde os 13 anos. Me tornei bicampeão mundial não por talento, por disciplina, repetição e fé.
Eu vivo a força. Conheço cada falha técnica que custa um campeonato, cada erro que custa uma luta. E nos últimos anos percebi uma coisa: o lutador brasileiro treina força errado.
Você não precisa de musculação genérica. Você precisa de força aplicada. Força que serve no tatame. Força que finaliza.
A maior faculdade que eu fiz na vida foi treinar todo dia aquilo que eu ensino. Tu só passa pro outro o que tu já fez. Eu não vendo treino. Eu formo homens.
Você preenche um formulário sobre nível, lesões, frequência de tatame e objetivos. Preciso entender onde você tá pra saber pra onde te levar.
✓ Treina jiu-jitsu há pelo menos 6 meses e leva a sério
✓ Tá cansado de perder pra cara mais forte que você
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Quer ser temido pela base, pelo grip e pela pressão
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Tem +18 anos e disposição pra disciplina
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Tá disposto a treinar força 2 a 3 vezes por semana
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Quer um método validado por um bicampeão mundial
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Quer "ficar grande" e fazer fisiculturismo
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Procura desculpa pra não treinar duro
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Não tem 6 meses de tatame ainda
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Acredita que técnica resolve tudo sozinha
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Não tá disposto a fazer agachamento, supino e terra
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Quer milagre em 7 dias sem fazer o trabalho